Servare-Sao-Paulo-06

Vistoria de Estabilidade Estrutural

Durabilidade da Estrutura

Uma estrutura é considerada durável se durante a sua vida conserva os requisitos de projeto em termos de segurança, de funcionalidade e estética, sem custos de manutenção não previstos. Deve-se avaliar e classificar o grau de agressividade do ambiente e conhecer os materiais e a estrutura, para concluir sua durabilidade e seu desempenho. Saiba mais.

Constatações Patológicas

Levantamento de manifestações patológicas;

Registrar por fotografias e/ou croquis todos os pontos relevantes considerados;

Aspectos relevantes considerados;

Identificação dos elementos e tipos estruturais (lajes, vigas, pilares e/ou alvenaria portante);

Verificação da peça lesada se está submetida por algum agente externo (presença de água, por exemplo), a um processo de deterioração progressiva;

Verificação da estabilidade ou progresso da anomalia, identificando se a mesma é ativa (que ainda está se movimentando) ou passiva (a movimentação ocorreu e já se estabilizou).

Vistoria Estrutural

Dos procedimentos

Detalhe de todas as patologias encontradas no trabalho de campo;

Descrição de todos os procedimentos sugeridos e realizados de ensaios empregados no trabalho de inspeção;

Adotados métodos de ensaio e normas brasileiras, recorrendo à normalização do exterior somente nos casos de inexistência de norma nacional;

Todo o critério e justificativa usada na amostragem serão explicitados e os elementos estruturais estudados estarão devidamente identificados;

Os pontos críticos da estrutura serão citados em destaque;

O diagnóstico será apresentado de forma clara e objetiva, com a identificação das causas, origens e mecanismos de ocorrência;

Sobre o prognóstico da estrutura será orientado sobre as prevenções que deverão ser realizadas e o que deve ocorrer no caso de não se realizar a intervenção.

Verificação de suas origens e análise

– Acomodação da Estrutura;

– Ausência de verga e contraverga em vãos;

– Esmagamento de elementos construtivos por diversas causas, incluindo sobrecarga;

– Rotação de elementos;

– Escorregamento de solo;

– Erosão e descalçamento de fundação;

– Cisalhamento, fadiga, efeitos térmicos, presença de vibrações;

– Dano excepcional provocado pela natureza;

– Retração do concreto devido a problemas de falta de cura ou perda excessiva de água, além de questões de traço etc;

– Equívocos de dimensionamentos ou problemas na execução e, ainda, questão de mau uso, com relação a sobrecargas não previstas;

– Situação de exposição ambiental dos elementos.

Todo estudo de campo e elaboração de relatórios de inspeção precisa ter a participação de profissional devidamente habilitado para a condução deste tipo de investigação.